quarta-feira, 21 de março de 2012

Fantasma atemoriza uma cidade na província de Buenos Aires

As imagens foram feitas por câmeras de segurança instaladas no Município de Rivadavia, uma cidade na província de Buenos Aires. 


Segundo os operadores do centro de segurança, minutos antes de gravarem as 
imagens na esquina de Rivadavia e Maipu, na terça-feira 10, houve um corte 
de luz e minutos mais tarde se vê uma espécie de silhueta que se 
movimenta rapidamente na frente das câmeras.

A operadora pensou que fosse um efeito visual, mas rebobinou a fita e 
percebeu que o que viu era verdade: "não podia acreditar, eu pensei que eu 
tinha imaginado algo, porque eu estava cansada, mas não, eu vi as imagens 
novamente e fiquei surpresa ", disse. 


A cidade esta em polvorosa e várias hipóteses foram consideradas. Agora 
você tem a última palavra. 


Fonte: 26 notícias

Cientistas identificam espécie humana completamente nova na China

Sua árvore genealógica acabou de crescer. Cientistas analisaram fósseis encontrados na China, e verificaram que ele é de uma espécie humana como nunca antes identificado. Dê um oi para seu parente longínquo.
O crânio acima, descoberto em 1979 na província de Guangxi, na China, só agora foi completamente analisado (ninguém explicou por que tanta demora). Segundo os cientistas, ele tem ossos espessos, arcos supraciliares – as saliências acima dos olhos – bastante proeminentes, um rosto bem curto e reto, e não há o queixo geralmente encontrado em humanos. “Em suma, ele é anatomicamente único entre todos os membros da árvore evolucionária humana”, explica o pesquisador Darren Curnoe à New Scientist.
E mais: apesar das grandes diferenças, a espécie recém-descoberta agia de muitas formas como outros humanos. Há evidências de que eles cozinhavam cervos em cavernas, por exemplo, o que os separa dos macacos. A descoberta foi documentada em artigo no PLoS One.
Os detalhes mais específicos de como a nova espécie entra em nossa árvore genealógica são mais incertos. Uma teoria diz que esta era uma nova linha evolucionária que seguiu paralelamente à nossa espécie, assim como os neandertais. Outra teoria sugere que eles poderiam ser descendentes do hominídeo de Denisova, que habitava a Sibéria. Testes de DNA devem ajudar a resolver este problema, e revelar se este parente é próximo ou distante. [PLoS One e New Scientist; foto por Darren Curnoe]

domingo, 18 de março de 2012

“Indiana Jones da arqueologia bíblica” expõe em museu a maior coleção de artefatos bíblicos do mundo







Um colecionador considerado “o Indiana Jones da arqueologia bíblica” ajudou 
a acumular a maior coleção privada do mundo de textos bíblicos e artefatos, 
que estão em uma turnê mundial e serão expostas no museu não-sectário (sem 
posição religiosa) da Bíblia 


Saiba mais em - http://biblia.gospelmais.com.br.
 
O arqueólogo Scott Carroll pessoalmente inspecionou, estudou e comprou 
quase 50.000 papiros bíblicos antigos, textos e artefatos desde novembro de 
2009, quando foi contratado pela Coleção verde, um grupo comercial de 
produtos artesanais. 
Entre os destaques da coleção está uma das maiores coleções particulares de 
manuscritos do Mar Morto: 4.000 torás judeus, raros manuscritos iluminados, 
tratos antigos e bíblias pertencentes a Martin Luther  e a maior coleção do 
hemisfério ocidental de tabuletas cuneiformes, uma forma primitiva 
de escrita. 
Este mês, a Coleção Verde estará mostrando a sua exposição ao Vaticano, com 
152 artefatos exibidos contextualmente em configurações que vão desde 
recriações das cavernas de Qumran, onde manuscritos do Mar Morto foram 
descobertos  até a escavação de uma cidade romana. 
“Algumas pessoas, quando pensam na Bíblia, acham que é um livro 
divisionário. Mas, na verdade, é um tipo de base que unifica os judeus, 
católicos, ortodoxos e protestantes em terreno comum”, disse Carroll, que 
detém um mestrado em história da igreja pela universidade Trinity 
Evangelical Divinity, em Illinois, Estados Unidos. ”Parecia-me que ter uma 
exposição que celebra essas coisas que eles têm em comum, ao invés de as 
coisas que os dividem, seria extremamente positivo.” 
A coleção está crescendo, mas ele ainda não encontrou um local permanente , 
e os planos são de construir um museu onde serão exibidos gratuitamente 
para o público e ajudar as pessoas a aprender e serem inspiradas pela 
história da Bíblia. 
Fonte: Gospel+ 

Livro polêmico diz que europeus colonizaram América antes de indígenas

Um livro escrito por dois arqueólogos americanos gerou controvérsia na 
comunidade científica ao defender que os europeus, e não povos provenientes 
da Ásia, foram os primeiros colonizadores do continente americano. 
O livro, lançado recentemente em Washington, aponta novas descobertas 
arqueológicas, indicando que a América foi colonizada inicialmente por 
europeus da Idade da Pedra, que cruzaram o Atlântico de barco durante a 
última Era Glacial, há cerca de 20 mil anos. 
Com *Across Atlantic Ice: The Origin of America’s Clovis Culture *(Pelo 
gelo do Atlântico: a origem da cultura Clóvis da América, em tradução 
livre), Dennis Stanford, do Museu Nacional Smithsonian de História Natural, 
em Washington, e Bruce Bradley, da Universidade de Exeter, no Reino Unido, 
deram início a uma polêmica entre seus colegas arqueólogos. 
É que eles defendem uma teoria considerada radical sobre quem foram os 
primeiros americanos e quando estes chegaram ao Novo Mundo. 
*Across Atlantic Ice* traça as origens dos solutrenses, que ocuparam o 
norte da Espanha e França, e de seus supostos descendentes da cultura 
Clóvis - surgida no final da Era do Gelo e assim batizada por conta dos 
artefatos encontrados perto da cidade de Clóvis, no Novo México (EUA). O 
povo da cultura Clóvis era considerado o mais antigo habitante das 
Américas, com cerca de 13 mil anos. 
"O livro é bem pesquisado, interdisciplinar e sério. Mas os dados 
científicos concretos ainda não estão lá para provar ou refutar a teoria", 
disse à BBC Brasil Tom Dillehay, renomado arqueólogo da Universidade 
Vanderbilt, no Tennessee. 
"Estamos pesquisando teorias para explicar o povoamento das Américas. Esta 
hipótese é uma das possibilidades, mas os dados genéticos e 
bioarqueológicos atuais assinalam que a Sibéria, e não a Europa, foi o 
ponto de entrada." 
Ferramentas 
 Há vários anos Stanford e Bradley têm afirmado que os seres humanos da 
Idade da Pedra eram capazes de fazer a viagem através do gelo do Atlântico. 
Mas ainda não contavam com provas suficientes que apoiassem tais indícios. 
Agora, no entanto, eles dizem ter indícios que sustentam a teoria. 
Dezenas de ferramentas de pedra em estilo europeu, que remontam a um 
período entre 19 mil e 26 mil anos atrás, foram descobertas em seis locais 
diferentes ao longo da costa leste dos Estados Unidos. 
Três deles estão localizados na Península Delmarva, em Maryland. Outros 
dois foram encontrados na Pensilvânia e em Virgínia. Pescadores acharam o 
último no fundo do mar, a 96 km da costa de Virgínia. 
De acordo com a dupla, a completa ausência de qualquer atividade humana no 
nordeste da Sibéria e no Alasca, num período anterior a 15,5 mil anos 
atrás, é outro argumento fundamental para a teoria deles. 
Também defendem que os europeus podem ter sido parcialmente absorvidos ou 
destruídos pelos índios asiáticos originários. 
Além disso, alguns marcadores genéticos para a Idade da Pedra dos europeus 
ocidentais simplesmente não existem no nordeste da Ásia. 
Mas já aparecem em pequenas quantidades entre alguns indígenas 
norte-americanos, o que indicaria uma herança genética desses primeiros 
habitantes. 
Também alguns exames de DNA antigo extraído de esqueletos com 8 mil anos na 
Flórida revelaram um alto nível de um marcador genético europeu. 
Mas há especialistas que discordam deles. 
"Os argumentos do livro merecem ser completamente e conscientemente 
analisados", afirmou Gary Haynes, arqueólogo da Universidade de Nevada. 
"Tenho certeza de que existem muitas pessoas do público em geral e 
arqueólogos que aceitarão as teorias, mas não estou convencido." 
Haynes disse sentir-se eticamente obrigado a ser cético. De acordo com ele, 
"as teorias são apenas parcialmente sustentáveis com os indícios 
disponíveis. 
Alguns dos argumentos não são lógicos, não foram analisados, ou se baseiam 
em pressupostos não comprovados e proposições". 
DNA 
Haynes enumera uma série de fatores que refutam a teoria defendida no 
livro. Entre eles, destaca que o DNA encontrado em populações nativas 
americanas não indica uma origem na Europa Ocidental, mas uma ascendência 
asiática. 
O mesmo, de acordo com ele, pode ser dito com relação ao material genético 
encontrado - tanto nos antigos quanto nos modernos - esqueletos dos nativos 
americanos. 
Além disso, não há esqueletos humanos nas Américas mais velhos do que os da 
cultura Clóvis; as idades da cultura Solutrense na Europa e da Clóvis nas 
Américas são amplamente separadas. 
O arqueólogo brasileiro Walter Alves Neves, responsável pelo estudo de 
Luzia, o esqueleto humano mais antigo do continente americano, não quis 
emitir opinião sobre o livro. 
Questionado pela BBC Brasil sobre a nova teoria de Bradley e Stanford, 
afirmando que os europeus foram os primeiros moradores do Novo Mundo, ele 
disse desconhecer a hipótese publicada recentemente nos Estados Unidos. 
Bradley, por sua vez, considera positivas as críticas a sua teoria. Esse é 
o caminho natural, diz ele, com a colaboração dos críticos trazendo provas 
adicionais ou interpretando os indícios atuais. 
Segundo Bradley, a arqueologia raramente produz certezas. "Sentimos que as 
descobertas atuais são muito atraentes, mas para esta teoria ganhar 
aceitação esmagadora é preciso haver provas adicionais", disse. 
O livro é resultado de mais de uma década de trabalho. Stanford e Bradley 
afirmam que estão apenas no início da jornada e seguem investigando outros 
locais no Tennessee, em Maryland e no Texas, onde esperam encontrar mais 
provas que sustentem a teoria. Também estão programadas pesquisas no Maine 
e na costa oeste americana. 
Mas é possível que a maior quantidade de indícios venha do fundo do oceano 
- nas áreas onde os europeus teriam saído do gelo para a terra seca, 
atualmente cerca de 160 km abaixo do nível do mar. 
Em meados deste ano, Bradley estará em São Paulo e, possivelmente, no 
Uruguai, para pesquisar indícios de povos primitivos ao longo do lado 
oriental do continente. 


Fonte: BBC

Antigo proprietário assombra bar na Inglaterra

A maioria dos pubs estão habituados com brigas e perturbações nas suas 
instalações, mas elas geralmente não são do tipo sobrenatural. 


No entanto, no Trocadero, em Birmingham, West Midlands, Henry Skinner, um 
antigo proprietário do conhecido bar no centro da cidade, voltou 116 anos 
depois que foi assassinado lá. 


Skinner derruba óculos, joga cerveja nos tapetes e ainda faz pouco caso do 
pessoal contrariado. 


Mas longe de ser um regular bebedor de gin que sustente o bar, o Sr. 
Skinner é na verdade um fantasma. 


E no ano do centenário do pub que foi rebatizado de Trocadero, ele 
intensificou o seu comportamento anti-social. 


Skinner serviu no exército antes de assumir o estabelecimento, então 
chamado a Bodega, um Winebar sofisticado, lugar preferido de famosos atores 
dramáticos e esportistas. 


O dono do bar era corpulento, bem conhecido na cidade, e frequentava uma 
popular academia de boxe . 


Mas em 5 de dezembro de 1895, ele cometeu o erro de cruzar com os irmãos 
Herbert e Arthur Allen. 


Arthur Allen trabalhou no bar, mas foi demitido do local, furioso, e com o 
salário atrasado. 


Em um acesso de cólera, seu irmão pegou uma arma e disparou contra o 
proprietário. A Gazeta de Birmingham relatou: "A bala padrão bulldog, capaz 
de derrubar um boi, enterrou-se no lambril. 



"Skinner se voltou para o barulho e o segundo tiro pegou no lado do peito 
quando ele se virou." 


Mas Skinner não é o único espírito que vagueia no edifício, que se tornou 
uma casa de drinks em 1883. 

Duas meninas que caíram para a morte de uma escada em espiral também 
aparecem ocasionalmente. 


Também se acredita que o cheiro flutuante de madeira queimada é uma 
lembrança fantasmagórica de quando o edifício era um posto de bombeiros. 




O Atual gerente Pete Yeomans, 30, admitiu que os únicos espíritos que ele 
viu estão na prateleira de cima. 


Mas acrescentou: "A gerente anterior viu um cavalheiro espectral, e sentiu 
que tinha que dizer Olá! e adeus Henry". 


No entanto, sua sócia Kayleigh Thomas, que trabalha no Trocadero desde 
2006, encontrou o Sr. Skinner em várias ocasiões. 


Ela disse: "Ele é um fantasma amigável, eu nunca o vi, mas o ouvi muitas 
vezes. Ele tende a derrubar copos e deixar as coisas fora do lugar". 


Michael Reddy, que organiza passeios fantasmagóricos através da cidade, 
disse que o Trocadero preenche todos os quesitos quando se trata de 
assombrações. 


Ele disse: "Ele tem um número significativo de fantasmas, essa é a 
diferença com ele". "É um edifício fascinante, e uma parte importante do 
nosso patrimônio." 
Fonte: Daily Mail


Ancient Aliens (Legendado PT-BR) - Excertos


Ancient Aliens (Alienígenas Ancestrais) - Excertos


Excertos do documentário "Ancient Aliens" ("Alienígenas Ancestrais"), que atualiza a teoria de Erich von Däniken sobre o papel dos extraterrestres no desenvolvimento da civilização humana. Clique AQUI para assistir ao documentário completo.

NAZCA

As linhas de Nazca são geóglifos de enormes dimensões localizados no deserto de Nazca, no altiplano do Peru. Estes geóglifos representam centenas de figuras, incluindo imagens estilizadas de animais como macacos, beija-flores e lagartos. Eles começaram a ser estudados por Paul Kosok que, posteriormente, passou as pesquisas à sua amiga Maria Reiche que, então, descobriu novas figuras que eram semelhantes a figuras de vasos e tecidos, e também tentou explicar o motivo da criação das figuras não chegando a uma conclusão objetiva. O curioso é que, de tão extensas que são as figuras, elas não são perceptíveis do solo, mas apenas por vistas aéreas, dando margens à cogitação das razões pelas quais foram feitas e dos efeitos que puderam causar, já que aquela civilização não possuía aeroplanos.

http://www.youtube.com/watch?v=CMX-qPitxUo

PALENQUE

Palenque é um sítio arqueológico maia situado próximo do rio Usumacinta, no estado mexicano de Chiapas, 130 km a sul de Ciudad del Carmen. As ruínas são formadas por um conjunto de cerca de 500 edifícios que ocupam uma extensão de mais de 15 km. Palenque foi descoberta em 1773 por capitães espanhóis que vinham em busca de madeiras finas como cedro, coaba e chico sapote. Ao começar a explorar a região notaram que as madeiras estavam em cima de edificações antigas.

http://www.youtube.com/watch?v=uCkCg1zZTno

PIRI REIS

Hadji Muhammad, mais conhecido no Ocidente como Piri Reis (1465-1554), foi um almirante otomano. É autor da obra "Livro da Marinha" (1521), onde inclui um mapa-múndi que compusera em 1513, o chamado "Mapa de Piri Reis", atualmente no Palácio de Topkapi. Este mapa, do qual nos resta hoje apenas a metade ocidental, foi redescoberto em 1929.

http://www.youtube.com/watch?v=sl7iE9G3mNE

PUMAPUNKU

Pumapunku, também chamado de "Puma Pumku" ou "Puma Puncu", é parte de um grande complexo arqueológico localizado perto de Tiwanaku, na Bolívia. Em aimara, seu nome significa "A Porta do Puma".

http://www.youtube.com/watch?v=CxvyB6ELSVU

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Tarô dos Vampiros


Tarô dos Vampiros - O Oráculo da Noite Eterna
de Davide Corsi



Páginas: 152



A obscuridade da alma define o limite entre o homem e o monstro. O vampiro é condenado aos círculos eternos de declínio e redenção, morte e vida. Tarô dos Vampiros - O Oráculo da Noite Eterna presta homenagem à maravilhosa literatura de horror do século XIX, sendo Drácula, de Bram Stoker, a obra-prima mais conhecida. Este é um oráculo que pode ser utilizado tanto por iniciantes na arte divinatória quanto por leitores experientes no assunto. Por meio das imagens de Davide Corsi, o leitor é levado a épocas remotas, em lugares fantásticos e misteriosos, onde a escuridão se torna o elemento essencial. A obra é composta por um livro explicativo e ilustrado, além de 78 cartas coloridas.